Eu sou depravado
“aqui e aqui”
aponto a cabeça e o coração
Mas eu tento
Venho tentando
Venho falhando
Te conto minha divindade
Com minha parte diabólica
Te minto, repito
Não sobra nada
Eu acaloradamente
Fingia, finjo
Do que vou me arrepender
Se eu te confessar tudo
Do que vou me arrepender
O que falar no leito de morte?
Desculpe, eu me envergonho
Desculpe se aproveitei meu tempo e desperdicei o seu
Não, não é meu é seu
E mantenho meu inferno
Te minto, repito
Não sobra nada
Eu acaloradamente
agora, em minha dose matinal...
ResponderExcluirnão desperdicei meu tempo.
O dia depende dessa inocência!
Bom transformar desperdício em inocência e coisas plenas.
ExcluirObrigado